O princípio central da ACT
A sigla vem do inglês Acceptance and Commitment Therapy. Em vez de lutar contra pensamentos e emoções difíceis — o que costuma alimentá-los —, a ACT ensina a mudar a relação com eles: aceitar o que está presente sem deixar que isso paralise suas escolhas. O foco vai para o "compromisso": agir de acordo com o que importa para você, mesmo com desconforto no caminho.
Para quem essa abordagem faz sentido
Funciona bem para quem já tentou "controlar" a ansiedade, a tristeza ou a autocrítica sem sucesso duradouro. Também ajuda em quadros de esgotamento, perfeccionismo e evitação — situações em que a pessoa organiza a vida inteira em torno de não sentir algo desconfortável.
O que muda na prática
Em vez de sessões voltadas só para "entender de onde vem" o sofrimento, o trabalho tem componentes ativos: identificar valores pessoais, praticar flexibilidade diante de pensamentos difíceis e dar passos concretos, mesmo pequenos, em direção ao que importa. É um processo, não uma técnica isolada.
O que a ACT não promete
Não é uma técnica de "pensamento positivo" nem promete apagar a ansiedade ou a tristeza. A proposta é outra: ampliar sua liberdade de agir mesmo quando o desconforto está presente — porque ele vai aparecer de qualquer forma, faz parte de estar vivo.
Trabalho com terapia ACT em Bauru, presencial ou online, para adultos e adolescentes. Posso te explicar como isso se aplicaria ao seu momento.
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