1. Pergunte qual é a abordagem
Cada psicólogo trabalha com um referencial teórico — TCC, psicanálise, terapias contextuais como a ACT, entre outros. Não existe abordagem "melhor" no absoluto, mas existe a mais adequada para a sua queixa e para o seu jeito de lidar com as coisas. Pergunte diretamente: "qual sua abordagem e por que ela ajudaria no meu caso?". Um bom profissional explica isso sem enrolação.
2. Confirme o registro no CRP
Todo psicólogo em exercício tem um número de registro no Conselho Regional de Psicologia — no meu caso, CRP 06/228900. Esse número garante que a pessoa responde por um código de ética profissional. Se um "terapeuta" não tem CRP, não é psicólogo — pode ter formação em outra área, o que não é necessariamente ruim, mas é uma informação que você precisa ter antes de decidir.
3. Desconfie de quem promete cura rápida
Psicoterapia não é uma fórmula que "conserta" alguém em três sessões. Profissionais sérios falam em processo, hipóteses e revisão constante — não em garantias. Se alguém promete resultado certo em prazo fechado, é sinal de alerta, não de confiança.
4. Avalie o alinhamento na primeira conversa
Técnica importa, mas a relação terapêutica também é parte do tratamento. É legítimo sentir se aquele profissional é alguém com quem você conseguiria ser honesto. Se não rolar depois de algumas sessões, trocar não é fracasso — é parte do processo de encontrar o ajuste certo.
5. Presencial em Bauru ou online — o que importa é a consistência
Morar em Bauru não obriga a escolher só entre profissionais da cidade, e morar fora também não impede acompanhamento com quem atende aqui. O que mais influencia o resultado é a regularidade dos encontros, não o formato.
Trabalho como psicólogo em Bauru com terapias contextuais (ACT), com adultos e adolescentes que vivem ansiedade, autocobrança e esgotamento. Se quiser, posso te explicar minha abordagem antes de você decidir.
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